30 September 2009

Agora as autárquicas…

As Eleições Legislativas de 2009 comprovaram que os portugueses estavam prontos para acabar com a maioria absoluta de José Sócrates, sem darem o poder à direita de Manuela Ferreira Leite.

O Bloco de Esquerda confirmou as perspectivas que tinha em relação a estas eleições. Aumentamos o número de deputados eleitos para o dobro, ficando agora com um grupo parlamentar de 16 deputados;, aumentou o numero de votantes para cerca de 560.000 e contribuiu decisivamente para arrebatar a maioria absoluta ao PS.

As atoardas lançadas pelos nossos adversários, quer sobre o Programa que apresentamos ao eleitorado, quer sobre intenções que nunca foram as nossas, não colheram junto dos eleitores.
Estes souberam distinguir entre o que eram as nossas propostas claras e responsáveis e aquilo que delas iam dizendo os comentadores encartados, a direita, os representantes do grande capital e mesmo alguns dirigentes do PS.

O que vai sair desta nova situação depende da capacidade de o PS estar interessado em tentar resolver os graves problemas dos portugueses ou continuar a dar cobertura aos interesses dos banqueiros .

O Bloco de Esquerda saberá estar no lado da barricada que sempre escolheu. Do lado da luta contra o desemprego e o trabalho precário, do lado da luta contra o código do trabalho, pelo aumento das pensões de reforma, pela reforma aos quarenta anos de trabalho com descontos, do lado dos pequenos comerciantes e industriais que têm tanta dificuldade no acesso ao crédito bancário

Em Matosinhos as votações obtidas pelo Bloco de Esquerda foram de modo a fazer do BE a terceira força politica mais votada no concelho, com 11,43% dos votos e a terceira força mais votada em 9 das 10 freguesias.

Temos plena consciência de que estes resultados não são automaticamente extrapoláveis para as autárquicas que se aproximam, mas estamos certos que os nossos concidadãos de Matosinhos saberão reconhecer o trabalho que temos vindo a desenvolver e as propostas que temos vindo a apresentar, nas Assembleias Municipal e de Freguesia, sem espalhafato, mas com consistência como é nosso timbre.

Somos uma força politica presente permanentemente em Matosinhos, os nossos candidatos são mulheres e homens que exercem as suas actividades profissionais ou habitam no concelho e que estão integrados na vida dos seus locais de residência.

As propostas que temos vindo a apresentar visam contribuir para melhorar a qualidade de vida dos Matosinhenses , pretendemos trazer uma perspectiva de futuro que dê a Matosinhos uma maior capacidade para atrair riqueza, mas igualmente condições de vida social, cultural e ambientalmente dignas.

Não nos movem projectos de poder pessoal nem visões populistas que empobrecem a vida democrática.


Os eleitos do Bloco empenhar-se-ão na criação de instrumentos e formas de participação activa dos munícipes na definição e execução das politicas publicas como é o caso do Orçamento Participativo, para possibilitar a decisão das populações sobre parte do investimento a realizar pelo município.


José Ferreira dos Santos

Empresário, Candidato à Assembleia Municipal de Matosinhos pelo Bloco de Esquerda

28 September 2009

Razões de uma candidatura


Nas eleições de 11 de Outubro o Bloco de Esquerda apresenta novamente alternativas a todos os Órgãos Autárquicos do Concelho; uma alternativa de esquerda, socialista e de confiança.

Após 30 anos de gestão do PS (qualquer que tenha sido o administrador de serviço) somos forçados a constatar que muito está ainda por fazer.

Nestes anos Matosinhos conheceu uma evolução significativa mas, é verdade, que Matosinhos andou mais devagar que outros concelhos. Desde o básico – no saneamento que, apesar dos milhares de milhões de euros da CEE, ainda não chegou a todo o concelho – até àquilo que é mais evidente como no urbanismo ou no ambiente, a gestão do PS foi pouco mais que pífia.

O BE tem propostas, tem vontade e capacidade. Os Matosinhenses sabem que, os eleitos do BE respeitarão os princípios e as propostas eleitorais com que nos que apresentamos; os Matosinhenses sabem que o Bloco é uma ESQUERDA DE CONFIANÇA.


POR MATOSINHOS: UMA POLÍTICA À ESQUERDA

Estranhamente, ou talvez não, as propostas que vimos fazendo desde que o BE participa na vida política e cívica do Concelho de Matosinhos, já há mais de oito anos, continuam quase todas actuais. Várias das nossas propostas foram, entretanto, aproveitadas ou mesmo plagiadas pelos nossos adversários políticos e nem sempre respeitando os seus princípios fundamentais. Mas, ainda bem que o fizeram porque eram boas propostas.

Nestas eleições o que de mais importante está em jogo é a vida das pessoas. O desemprego galopante e a crise social que lhe está associada, a qualidade de vida (habitação, serviços públicos, espaço público) e a visão do desenvolvimento económico e social serão as pedras de toque que diferenciarão as propostas do Bloco de Esquerda.

De acordo com os dados do Instituto do Emprego, em Matosinhos o desemprego registado aumentou 20,9% entre JUL08 e JUL09; no passado mês de Julho mais de 8700 pessoas eram consideradas desempregadas. Estes dados desmentem completamente os actuais responsáveis autárquicos e demonstram a sua insensibilidade face a esta verdadeira chaga social que é o desemprego. Este é o principal reflexo da crise do capitalismo.

Só é possível ultrapassar esta crise de forma solidária e criando riqueza e desenvolvimento. O investimento público assume, assim, particular importância.

Uma vez eleitos para a Câmara Municipal tudo faremos para que se desenvolva um programa de reabilitação dos edifícios degradados. A concretização deste programa contribuiria para a criação de postos de trabalho (privilegiando especialmente as empresas de construção de menor dimensão), ao mesmo tempo que contrariaria a especulação imobiliária e seria um factor de melhoria do espaço público e da qualidade de vida.

Se o mercado não tem moral – só vê cifrões – o estado e as autarquias têm um importante papel a desempenhar e ganhamos todos.

Não temos qualquer dúvida que a Câmara de Matosinhos não andou bem ao privatizar os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento e da recolha de lixo. Ao invocar a impossibilidade de melhorar os serviços que eram prestados pela própria Câmara, para proceder à sua privatização, o Presidente mais não fez do que confessar a sua incapacidade. O Bloco de Esquerda defende que estes serviços deveriam continuar a ser públicos e só não pede a reversão da situação porque sabemos que as indemnizações a pagar aos privados seriam enormes e colocariam em risco as finanças da Autarquia. Mas, comprometemo-nos a estar muito atentos à qualidade dos serviços prestados e aos tarifários que vierem a ser praticados.

Nos últimos anos o Concelho de Matosinhos perdeu inúmeras indústrias (a das conservas é o exemplo mais gritante) e tem vindo a transformar-se numa imensa área de armazenagem e onde surgem grandes superfícies comerciais, um pouco por todo o concelho, como cogumelos. Esperemos, entretanto, que a plataforma logística que se vai instalar em Matosinhos não venha a transformar-se num enorme parque de contentores; o Bloco de Esquerda tudo fará ao seu alcance para o evitar.

O actual executivo camarário escolheu as Freguesias de Leça da Palmeira, Matosinhos, Senhora da Hora e S. Mamede para “fazer cidade”; as restantes ficariam destinadas a acolher as actividades económicas, isto é, os armazéns. Não concordamos com esta dualidade no nosso Concelho nem com a separação de funções de habitação e trabalho que só originam mais deslocações e dão origem a que parte do território fique deserto durante o dia e outra parte durante a noite. Para o BE o Concelho deve ser equilibrado, onde todas as freguesias têm as mesmas oportunidades de desenvolvimento e de qualidade de vida.

Os eleitos do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal várias vezes durante o último mandato alertaram a Câmara para a falta de equipamentos sociais de apoio aos idosos e às crianças: faltam Jardins de Infância e residências geriátricas públicos. Sempre fomos acusados pela maioria do PS de sermos catastrofistas e de não conhecermos a realidade. A verdade é que em vésperas de eleições foram anunciadas intenções de construir quinze lares de idosos; quanta fartura depois de anos de fome! O Bloco de Esquerda bater-se-á pela construção de uma rede de equipamentos sociais públicos, capaz de dar resposta às necessidades da nossa população.

Para podermos levar à prática estes compromissos é necessário VOTAR BLOCO DE ESQUERDA.


23 September 2009

Está na hora!


Há quatro anos o Partido Socialista teve, pela primeira vez na sua história, uma maioria absoluta. Viu-se o uso que lhe deu… as semelhanças entre José Sócrates e Cavaco Silva foram muito comentadas e demoradamente analisadas. Os dois foram os únicos primeiros-ministros que governaram com maioria absoluta em Portugal. Ambos fizeram da arrogância uma imagem de marca, confundida com capacidade de liderança – coisa que nenhum dos dois revela – ambos representam aquilo que de pior tem um “chefe”, e nunca as qualidades de um verdadeiro líder. Um líder é seguido pelas suas convicções, pelo seu carácter, pelo seu carisma, pela sua ideologia – Nunca pela sua possibilidade de distribuir poder.

Nas eleições do próximo dia 27 de Setembro há uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Desta vez não teremos uma maioria absoluta. O PS é o favorito a ter o maior número de votos, até pelo desastre que se revelou (sem surpresas e de acordo com as expectativas) a candidata social-democrata. Manuela Ferreira Leite é má demais, até para um partido vazio ideologicamente como o PSD. Do lado do PS ideologia há, mas o seu secretário-geral não a possui minimamente.

O Bloco de Esquerda está pronto para a mudança. Lê-se no cartaz do Bloco, ouve-se nas palavras dos seus candidatos e dos que os apoiam. Sente-se no olhar profundo, na palavra que se solta com a convicção de quem acredita em cada ideia que transmite. Quando o Bloco luta pela Justiça na Economia todos sabem do que fala – mas alguns gostam de ignorar, de assobiar para o lado, mas sabem – nós sabemos que sim. Todos neste país sabem quem tem sido sempre prejudicado, e a maior parte das pessoas já vai baixando os braços, desistindo… E a realidade é que não os podemos censurar – uma vida a lutar, a trabalhar ou a tentar arranjar trabalho, e as barreiras sempre, sempre lá. Lá onde nunca estiveram aqueles em quem muitas destas pessoas votaram. Lá onde estão e voltarão a estar aqueles em quem podemos acreditar – os candidatos do Bloco de Esquerda espalhados pelo país. Há 10 anos nasceu o Bloco de Esquerda, há quatro anos o povo português elegeu 8 deputados deste partido para a Assembleia da República – tantos julgaram isto impossível. Há 3 meses o Bloco de Esquerda teve o seu melhor resultado de sempre, nas eleições europeias. O que se pede agora é um resultado semelhante, na mais importante de todas as eleições – as legislativas.

Sem maiorias absolutas no Parlamento, cada voto fará ainda mais a diferença. A Assembleia da República crescerá em dignidade como casa da Democracia. O debate parlamentar sai reforçado – e com uma presença mais forte do Bloco de Esquerda, quem sai a ganhar é cada um de nós, português ou estrangeiro, que habite neste pequeno país. Porque no Bloco de Esquerda cada pessoa tem o valor daquilo que genuinamente é, e não apenas o estereótipo que possa representar para “eleitor ver”.

Nunca, como nesta campanha, se ouviu falar tanto no Bloco de Esquerda. Até um semanário de referência transformou uma pequena notícia, breve, sem relevância, em manchete, apenas para tentar denegrir o Bloco de Esquerda e o seu líder Francisco Louçã. Já se sabe – não resultou – não ter telhados de vidro no Bloco é o segredo para dormir descansado com o nosso voto bem entregue, como lembrou tão bem Daniel Oliveira.

Já todos perceberam a importância que os deputados eleitos pelo Bloco de Esquerda terão na Assembleia da República, na próxima legislatura. A esquerda de confiança traduz-se na luta pelas políticas em que este partido acredita, na defesa do interesse de todos contra os interesses de alguns privilegiados.

Não vai ser fácil, mas os candidatos do Bloco de Esquerda lembram que estão prontos – os 17 que vemos no cartaz do Bloco nas ruas, e os outros que não couberam lá, mas que podemos ainda eleger.

A mudança começa no próximo dia 27. Todos fazemos parte deste momento histórico. Vote Bloco de Esquerda e durma descansado. Acorde no dia seguinte ciente de que há muito trabalho para fazer, porque a luta toda continua. O balão de oxigénio de que precisamos para o país é conseguido com o seu voto!

12 September 2009

Bloco de Esquerda em Lavra


O Bloco de Esquerda esteve, hoje, numa acção de campanha para as legislativas em Lavra, Matosinhos. As ruas do centro desta freguesia, o Mercado e a Praia de Angeiras – onde, de resto, foi reafirmada a necessidade da criação de um porto de abrigo para os pescadores – foram locais privilegiados para o contacto com a população. Uma oportunidade para falar sobre vários aspectos, sobretudo relacionados com o trabalho, e as expectativas relativamente ao período eleitoral que se aproxima.

O cansaço «face a um filme que consideram já antigo» foi evidente. “Mudança” foi uma das palavras mais ouvidas.

Na acção de campanha estiveram presentes os candidatos à Câmara e à Assembleia Municipal, Fernando Queiroz e Ferreira dos Santos, respectivamente, e o candidato à Junta de Freguesia de Lavra pelo Bloco de Esquerda, Carlos Mota.

Bloco de Esquerda defende porto de Angeiras em Lavra

Testemunhos de Fernando Queiroz e Carlos Mota - Candidatos à Câmara Municipal de Matosinhos e à Junta de Freguesia de Lavra, respectivamente.

01 September 2009

Prioridades do Bloco de Esquerda para o distrito do Porto

São quatro as grandes prioridades do Bloco para o distrito do Porto:

1 - Emprego

Prioridade à criação de emprego, orientando o investimento público para as obras de requalificação das cidades, a expansão dos serviços sociais, a modernização das empresas e o apoio à produção agro-alimentar e ao sector das pescas. Defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Combate à precariedade.

2 - Combate à Pobreza

Aumento das pensões e sua convergência com o salário mínimo, alargamento dos critérios de atribuição do subsídio de desemprego, aumento do salário mínimo para 600 euros, aumento de 20% das vagas em centros de dia, lares, berçários e apoio domiciliário.

3 - Médico de família

Para cada utente ou família residente no distrito, com garantia de assistência no próprio dia.

4 - Rede de creches e infantários públicos

Para promover a igualdade de oportunidades e que compatibilize o seu funcionamento com os horários dos pais.


Os candidatos do Bloco de Esquerda pelo círculo eleitoral do Porto apresentam ainda 12 Compromissos.

1.Regionalização: um poder regional eleito que defenda a região quer do centralismo quer do caciquismo ou das clientelas do PS e do PSD.


2.SCUTs: não às portagens nas A28 Porto-Viana, A42 Porto-Lousada e A29 Gaia-Mira.

3.Metro concluir linhas da Trofa, Gondomar e Gaia e construir as circulares do Porto, Matosinhos e Gaia (zonas ocidental e oriental).

4.Ferrovia: aproveitamento e reabilitação das infraestruturas existentes e aposta em novas linhas, incluindo Porto-Vigo.

5.Aeroporto: não à privatização da ANA e consolidação de Pedras Rubras como primeiro aeroporto do noroeste peninsular.

6.Despoluição do Douro e de outras bacias hidrográficas para permitir o seu aproveitamento integral.

7.Novo hospital Porto Nordeste, para servir as populações de Gondomar, Maia e Valongo.

8.Rede de centros de acolhimento temporário para situações de emergência social.

9.Combate à Violência Doméstica e a todas as discriminações: agilização dos procedimentos policiais e judiciais e reforço do apoio às vítimas.

10.Cultura: 1% do OE para a cultura e equilíbrio na sua distribuição regional. Criação da Cinemateca.

11.Ciência e tecnologia: programa plurianual de financiamento de centros e institutos de investigação (universitários ou empresariais). Criação do Centro de Estudos do Mar.

12.Plano especial de combate à sinistralidade rodoviária (trinta mil vítimas e mais de quatrocentos mortos nos últimos 4 anos, no distrito).

PROPOSTAS SÉRIAS CONTRA AFIRMAÇÕES MENOS SÉRIAS



O Bloco de Esquerda apresentou uma série de propostas com vista a contribuir para a ultrapassagem da crise económico-financeira e social que empobreceu o nosso país, arrastando-o, em conjunto com o resto do “paraíso capitalista”, pela insensatez da economia de casino, mas também, pela incapacidade dos diversos governos que temos tido.
Estas propostas visam promover a JUSTIÇA NA ECONOMIA.

Propomos politicas de igualdade para responder à crise e para combater o desemprego:

01.Proibição de despedimentos colectivos em empresas com lucros.

02.Impedir o pagamento de dividendos aos accionistas de empresas que receberam subsídios ou benefícios públicos.

03.Direito à reforma aos 40 anos de trabalho , sem penalizações.

04. Aumento das pensões e do salário mínimo ( para chegar aos 600 Euros em 2 anos).

05. Subsidio para todos os desempregados.

06. Imposto sobre as grandes fortunas para financiar a Segurança Social.

07. Limitação soa contratos a prazo ao máximo de 1 ano e fim dos falsos recibos verdes.

08. Nacionalização do sector energético, GALP e EDP.

09. Politica publica para garantir a banca ao serviço da economia.

10. Reduzir o horário de trabalho para as 35 horas semanais.
Estas são propostas, claramente, de esquerda sem tibiezas, sem compromissos com os interesses dos banqueiros e daqueles que têm acumulado lucros milionários, ao longo dos anos, com a conivência de todos os governos que nos têm “desgovernado”.

Mas estas são, igualmente, propostas exequíveis e, ao contrário do que afirmam os dirigentes do PS, não se trata de ataques àquele, mas, de propostas que o PS não tem tido a coragem politica de assumir, pois constituem um novo paradigma de exigência de justiça social.

É completamente demonstrativo de cegueira politica afirmar que votar no Bloco de Esquerda é o mesmo que votar nos partidos de direita, como faz Vital Moreira na sua necessidade de apresentar profissão de fé de recém-convertido.

No Concelho de Matosinhos temos assistido a uma incansável corrida às aprovações de novos empreendimentos, a maior parte dos quais, de duvidosa utilidade.

Soubemos que a garagem da empresa de transportes Resende vai ser retirada de junto da ponte de Leça, o que seria uma boa notícia, dado que uma recolha de camionagem no centro da cidade não faz sentido. No entanto, dizem-nos que irá ser instalada na chamada mata de Sendim, o que nos parece um crime ecológico.

Esse local deveria ser aproveitado para mais um pulmão verde no centro da cidade, com equipamento próprio para tal e devidamente cuidado para poder ser fruído pela população, já que se trata de uma das melhores vistas sobre o porto de mar.

Estudem-se outras alternativas de menos custos ambientais.

A defesa de valores ambientais não é fruto de alianças mais ou menos oportunistas, mas de tomadas de posição corajosas e exclusivamente viradas para os interesses da sustentabilidade do ambiente.

Temos vindo a chamar a atenção para a necessidade de valorizar o centro de Matosinhos, o seu comércio tradicional, como forma de impedir a degradação total daquela zona.

Queremos hoje alertar para a falta de iluminação pública, para a deficiente recolha dos lixos a para a conspurcação e mesmo destruição do piso em granito da Rua de Brito Capelo, causadoras de inúmeras quedas, nomeadamente, em pessoas de idade. É lamentável o estado em que se encontra aquela que foi a principal rua da cidade.



Ferreira dos Santos
Empresário
Candidato à Assembleia Municipal de Matosinhos pelo Bloco de Esquerda

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